Genot Maior apresenta Quarteto de Cordas e Maestro Paraguai

09
maio

Dando continuidade ao especial música erudita, o projeto Genot Maior apresenta amanhã, o Quarteto de Cordas coordenado pelo maestro Paraguai. Composto por flauta transversal (Aildemar Paraguai), violino (Tiago Moraes), viola (Pedro Zaqueu) e violoncelo (Diego Paixão), o grupo executará peças famosas do universo erudito: as quatro estações de A. Vivaldi, trechos das sexta e nona sinfonias de L. Van Beethoven, divertimento de Saint Preux, Canon de Pachelbel, Haendel de A. Mozart, dentre outras obras primas do gênero.

Saiba mais sobre o Maestro Paraguai

Natural de Natal, Paraguai sempre foi curioso e inquieto na busca de aprender e fazer coisas. Quando criança fabricava seus próprios brinquedos em lata, plástico e madeira (a primeira flauta fez de lata). Certa vez, junto com o amigo Marlon construíram um circo, onde interpretavam todo o elenco, desde palhaço a trapezista. “Convidávamos irmãos e vizinhos para os espetáculos, era fantástico e aprendemos muito, o único ponto negativo desta empreitada foi quando nossas mães descobriram que a estrutura utilizada era feita simplesmente com os nossos lençóis, imaginem o desfecho desta historia (risos)”, comenta.

Dedicou parte da infância e juventude aos esportes e as artes. “Apesar da minha estatura, jogava basquete no Sesi e América, praticava também salto em altura. E nas artes, fazia talha em madeira, pintura, teatro, trabalhos em couro e cerâmica, tapeçaria, música, entre outros. Minha adolescência foi muito rica culturalmente, graças ao Centro Social Urbano – CSU, da Cidade da Esperança”, revela.

A música foi introduzida na vida de Paraguai pela professora Aci Meyer (teoria musical) em 1979, depois vieram o violoncelo com Ivo Meyer e flauta transversal com Kadna Pinheiro e Estevam de Oliveira. O maestro sempre teve afinidade com artes, mas o interesse especifico pela música surgiu mesmo, quando o primo Fernandes Brito (educador e compositor) foi morar com sua família, ensinando-o os primeiro acordes no violão. Também sofreu influência de outros parentes músicos, como por exemplo, Artur Paraguai (tio avô), mestre da banda de música do Mossoró.

Na carreira profissional, começou ministrando aulas de violoncelo no Sesi/RN de 1982 a 1997. Em 1980 estagiou na Orquestra do RN sob a regência de Mário Cancio, fazendo várias participações em gravações com Geraldo Azevedo, Chico César, Shangai, Moraes Moreira, entre outros. Atuou como primeiro violoncelo da orquestra filarmônica de Goiás e violoncelista da orquestra sinfônica jovem da Paraíba. Coordenou projetos em nove municípios do Ceará, e o projeto Vale Musical no Rio Grande do Norte. Atuou como regente da orquestra jovem de Goianinha/RN, professor de Flauta, Violoncelo e Clarinete da Escola Municipal de Musica Maestro Claudionor de Oliveira em Goianinha/RN, violoncelista e arranjador do quarteto de cordas da Fundação Parnamirim de Cultura, regente e diretor artístico da Camerata Potiguar.

Próximas apresentações – Genot Maior – Música Erudita

24/05, quinta-feira – Sax in Bach

30/05, quarta-feira – Duo Trompete e Cello com Antônio Pádua e Diego Paixão

As apresentações começam sempre às 19h e vão até às 20h30. Apareça, venha degustar um grão especial ao som instrumental de qualidade! Deixe a música por nossa conta, a entrada é franca.

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