Doce português que encanta em todas as partes do mundo

08
abr

Para visitar a Torre de Belém, assim como o Mosteiro de Jerónimos, os turistas precisavam pegar um barco a vapor em Lisboa para chegar ao então distante bairro de Belém. Na época, início do século XIX, os clérigos vendiam para os visitantes uns docinhos feitos de ovos, que faziam muito sucesso. Com a revolução liberal de 1820, todos os mosteiros de Portugal foram fechados e o clero expulso. Numa tentativa de sobrevivência, um dos monges resolveu vender a receita do famoso pastelzinho, que se tornou uma das maiores especialidades da doceria portuguesa.

A receita foi muito bem guardada e só a Pastelaria de Belém, em Lisboa, fundada em 1837. É ali, na Oficina do Segredo, que os quitutes são preparados artesanalmente como a versão original. Os chefs pasteleiros são os únicos a conhecer o preparo e, ao serem contratados, assinam um termo de confidencialidade.

Mas mesmo assim, receitas do Pastel de Belém ou Pastel de Nata, se espalharam e hoje, esse doce é produzido em diversos países, inclusive no Brasil.  E é também uma das novidades no cardápio Genot.

Venha saborear esse doce português que encanta em todas as partes do mundo! 😉

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