‘Toasted’, uma série de arte com torradas

31
jul

Torradas e café formam uma combinação maravilhosa, não é mesmo? Entretanto os artistas Angela Barrow e Ponton Osvaldo resolveram reutilizar pedaços de torradas queimadas para criar grandes retratos de ícones da cultura pop. A série ‘Toasted’, fotografada por Henry Hargreaves, captura a beleza dos tons de marrom e os efeitos causados pelas centenas de pedaços de pão.

O efeito surpreende pela beleza a partir do improvável. As torradas utilizadas de maneira criativa serviram de peça para montar figuras como Marilyn Monroe, Paul McCartney, George Harrison, John Lennon, Ringo Starr, Che Guevara, Jim Morrison e Pippa Middleton.

 

Café & saúde

26
jul

 

O consumo de café está relacionado a menores chances de “passar dessa para melhor”, como diz o ditado popular. O estudo publicado no The New England Journal of Medicine aponta resultados satisfatórios para quem consome essa bebida de cheiro irresistível. Segundo a pesquisa, as pessoas que tomam três ou mais xícaras de café por dia têm um risco cerca de 10% menor de falecer por meio de doença cardíaca, respiratória, acidente vascular cerebral, diabetes e infecções. Na dose certa, o café só tem a contribuir para a sua saúde. É saboroso e faz bem ao corpo!

Fonte: minhavida.com.br

Genot Maior homenageia Dorival Caymmi na voz de Lysia Condé

25
jul

O especial MPB do projeto cultural Genot Maior fecha seu ciclo com apresentação da cantora mineira Lysia Condé, fazendo um passeio sonoro pela vasta obra do grande Dorival Caymmi. O show acontece nesta quinta-feira, dia 26, no Genot Cafés Especiais da Livraria Saraiva do Midway Mall, a partir das 18h30, com entrada franca.

A relação de Lysia Condé com a música se deu no convívio familiar. Além de seus pais e alguns de seus irmãos, tios maternos sempre tiveram uma ligação muito forte com a música, sobretudo com o canto. “Todas as reuniões familiares eram constituídas por momentos musicais. Meu pai foi, inclusive, músico profissional nos idos de 1960, como crooner e trombonista em um conjunto de músicas românticas, no interior de Minas Gerais. Junto com minha mãe, também cantava em casamentos e festas particulares”, revela Lysia.

Foi nesse ambiente de muita musicalidade que a cantora educou os ouvidos e exercitou o canto. Já morando em Natal, fez o curso básico de canto erudito da Escola de Música da UFRN e atualmente faz aulas particulares de canto popular com a também cantora Hilkélia Medeiros. 

Sobre as influências musicais, destaca-se a MPB. “Sempre ouvi muita música popular brasileira, passando por várias gerações de intérpretes e compositores de nossa MPB. Dentre eles, Dalva de Oliveira, Elizete Cardoso, Ângela Maria, Tom Jobim, Edu Lobo, Chico Buarque, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Elis Regina, Zizi Possi, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Nana Caymmi, MPB4, Quarteto em Cy, Joyce, João Bosco, 14 Bis, Boca Livre, dentre outros. Fui muito influenciada pela geração de músicos mineiros que imortalizou a música de Minas com o lançamento do álbum Clube da Esquina, tendo Milton como expoente, seguido de Lô Borges, Beto Guedes, Márcio Borges, Toninho Horta, assim como os artistas que beberam nessa mesma fonte, como Tavinho Moura, Tadeu Franco, Paulinho Pedra Azul, etc. Da geração de intérpretes mais atuais, admiro os trabalhos de Marisa Monte, Maria Rita, Roberta Sá, Mônica Salmaso, Tatiana Parra e Cláudia Cunha”, se orgulha.

Lysia diz não ter predileção por um gênero específico, e como intérprete, escolhe canções que a toquem de alguma forma, seja pela letra e/ou melodia, e que se sinta capaz de interpretá-las. “Meu repertório abrange desde sambas, modinhas, choros, bossas, baião, dentre outros, sem restrição de gêneros musicais específicos. Geralmente, pauto meu trabalho por escolha de canções em que eu possa explorar uma interpretação mais intimista, com instrumentação acústica”, explica.

Desde 2010 a cantora vem se apresentando em espaços voltados para apresentações musicais na cidade, sem, no entanto, ter um lugar fixo de apresentação, como bares e restaurantes. “Gosto de fazer temporadas, com proposta específica de show. Já realizei algumas delas no Veleiros Restaurante e no Jobim Gastronomia e Música. Nesse último, realizei no mês de junho uma temporada em homenagem ao compositor Chico Buarque. Já ocupei outros espaços de apresentação, como o do evento “Encontro com o artista”, promovido pelo IFRN, o sarau da Aliança Francesa e o projeto “Cantos do Natal”, no palco da árvore de Mirassol”, exemplifica.

Lysia participou ainda de shows de artistas locais na Casa da Ribeira, Nalva Café e Salão, no palco da CIENTEC/UFRN em show da Cooperativa da Música Potiguar – COMPOR, e no show “Tributo a Tico da Costa”, em 2011. Junto das cantoras Luciane Antunes, Maria Fernanda Cardoso Santos e Maria José Alfaro Freire, integram o grupo de músicas infantis “Joanitas”, o qual já se apresentou duas vezes no projeto Picadeiro e nos parques de Capim Macio e no parque das Dunas. “Também me apresento em casamentos e festas particulares. No segundo semestre deste ano irei fazer duas apresentações em dois estados nordestinos, Paraíba e Ceará, pelos Centros Culturais do Banco do Nordeste”, completa.

Sobre a oportunidade de participar do Genot Maior, a artista se diz honrada e feliz com a iniciativa. “Parabenizo Alexandre Siqueira, pois este projeto permite aos artistas locais a possibilidade de mostrarem sua arte em um espaço agradável e aconchegante e a um público interessado. Sinto-me lisonjeada e agradecida por figurar entre as atrações do projeto, pois que o mesmo é reconhecido por sua qualidade artística, tanto dos músicos, como das apresentações”, se anima.

Para apresentação desta quinta, a cantora terá a companhia de dois músicos locais de reconhecida competência artística, que são o violonista Juliano Jow Jow e, o percussionista Sami Tarik. “O público pode esperar uma apresentação marcada pela sinceridade e entrega dos músicos à beleza poética e musical das canções de Dorival Caymmi. Vai ser uma oportunidade para o público se deixar encantar pelo universo poético desse grande compositor e músico”, finaliza.

Livros postos à mesa

24
jul

Os livros são uma maneira excelente de aguçar a imaginação de qualquer pessoa. Uma boa história tem a capacidade de inspirar outras formas de expressão artísticas. É o caso da designer gráfico Dinah Fried. Através da narrativa de cinco grandes livros, Fried criou o que poderia ser a refeição dos personagens. Intitulado “Fictitious Dishes”, a série de fotografias recria apenas com uma refeição posta toda a atmosfera de cada livro. Dentre os escolhidos estão: O Apanhador no Campo de Centeio, Oliver Twist, Os Homens que Não Amavam as Mulheres, Alice no País das Maravilhas e Moby Dick. O olhar de Fried nos transporta diretamente para a realidade das obras de maneira muito precisa e poética. É de comer com os olhos.

1. O Apanhador no Campo de Centeio     2. Oliver Twist

3. Moby dick

4. Os Homens que Não Amavam as Mulheres    5. Alice no País das Maravilhas  

Café com letras: Genot na Tribuna do Norte

20
jul

Essa sexta-feira começou com uma forte candidata à combinação infalível: uma boa leitura e um saboroso café. Isso porque a Tribuna do Norte fez uma matéria sobre o Café Genot, para o caderno Fim de Semana, enfatizando a participação do café em grandes momentos da história. O nosso famoso Capuccino Tentação também é destaque, juntamente com os acompanhamentos tradicionais, como crepes e tortas. Um casamento perfeito que harmoniza com a atmosfera intelectual que os livros transmitem e o ambiente aconchegante que você encontra no Café Genot.

Foto: Alberto Leandro – Tribuna do Norte

Delícia de inverno

19
jul

Estamos no inverno, climinha perfeito para uma boa taça de vinho acompanhada de um crepe quatro queijos, ou quem sabe uma quiche com ricota… As opções são várias. Uma delas é o chocolate que, por si só, é delicioso de qualquer maneira. Nessa estação, aproveite momentos saboreando o chocolate quente que, além de gostoso, tende a desencadear maior liberação de antioxidantes saudáveis, beneficiando o organismo, prevenindo doenças cardíacas e câncer, por exemplo. Além disso, beber o derivado do cacau ajuda a diminuir a pressão e melhora a circulação sanguínea.  Venha nos visitar e saborear a nossa receita. Detalhes fazem toda a diferença. 😉

Bruna Hetzel esbanja todo seu talento no Genot Maior – MPB

18
jul

Nesta quinta, dia 19, o Genot Cafés Especiais vai abrigar mais um show da música popular brasileira. É que acontece o Genot Maior especial MPB, com a cantora Bruna Hetzel, interpretando os grandes sucessos dos baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil. Confira a entrevista exclusiva com a artista.

 

Como se deu sua formação musical?

Bruna Hetzel – Meu contato com a música se deu logo na infância através da convivência familiar. O meu avô, o pianista e maestro Waldemar Ernesto que foi um ícone da música norte-riograndense, assim como os meus pais que nunca chegaram a seguir carreira, mas costumavam tocar e cantar regularmente em casa, foram fundamentais para o despertar da sensibilidade musical. Minha formação se deu através desta proximidade com o meio musical tanto em âmbito familiar como através dos tantos amigos que compõem a cena musical da cidade. Tive pouca proximidade com o ensino formal da música, algumas aulas de piano e uma ou outra disciplina de canto na Escola de Música da UFRN com a profa. Ângela Bezerra. Somente agora, tenho procurado investir na minha formação, tendo aulas particulares de canto, piano e teoria musical com o professor, cantor e compositor Leandro Rocha. Mas a minha trajetória foi marcada pela escuta e pelo exercício da música ao lado de grandes nomes da música local. Com o tempo, o canto que se fazia na intimidade e na informalidade, assim como as parcerias musicais ganharam roupagem profissional.

 

Suas principais influências musicais?

BH – Seguindo a tradição musical delineada pelo avô, o maestro Waldemar Ernesto, costumo apontar o meio familiar como minha principal fonte de influência no campo da música, que me levou desde a infância a conhecer o universo musical brasileiro, em especial, o da bossa-nova, e a influência do samba e do jazz americano.  Músicos como Tom Jobim, Chico Buarque e Edu Lobo, Djavan, Caetano, Gil, etc. compuseram a trilha sonora da minha infância. Em minha adolescência desponta a paixão pelo rock setentista clássico, a exemplo dos Beatles. Mais tarde viria o encantamento pelo ciclo mineiro conhecido como “Clube da Esquina”, com destaque para a obra de Milton Nascimento e também por Ícones como Elis Regina, Joyce, Nara Leão, Nana Caymmi, Silvia Telles, Mônica Salmaso, Ella Fitzgerald, Blossom Dearie e Billie Holliday que constituem minhas principais inspirações.

 

Um gênero para definir seu trabalho?

BH – O trabalho se insere no universo da música popular brasileira, resgatando, sobretudo o gênero da bossa nova em seu ponto de convergência com o jazz.

 

Qual a sua atuação no cenário local?

BH – Sim. Tenho me apresentado em múltiplos espaços da cena potiguar ou regional, a exemplo do “Jobim: gastronomia e música”, “Douce France bistrôt”, Projeto Praia Shopping Musical, Projeto Quarta-Feira Cultural do Mercado de Petrópolis, Projeto Terraço do Relógio (SESC), Espaço Cultural “Maloca”, Espaço Cultural Buraco da Catita, Hotel Barreira Roxa (SENAC), Guinza Restaurante, Aliança Francesa de Natal, Tribo Roots Bar, Nalva Café Salão, e Festival Guaramiranga em Férias (CE), programa televisivo “O Canto da Lira”, dentre outros.

 

Qual a sua opinião a respeito do Genot Maior?

BH – Participar do projeto Genot Maior é um enorme prazer tanto para mim quanto para os instrumentistas que me acompanham. Trata-se de um belo e importante projeto cultural, que democratiza o acesso à música de qualidade e cria uma vitrine para as artes e para o artista potiguar no seio de um espaço tradicionalmente voltado para o consumo: um shopping.  A livraria Saraiva, o Café Genot e Alexandre Siqueira estão de parabéns por essa iniciativa que valoriza a música e os músicos locais!

 

E o que está preparado para a apresentação desta quinta-feira?

BH – Um repertório especial e inédito de releituras da dupla Caetano e Gil, que põe em evidência a importância da tropicália não somente para a música popular brasileira, mas para o seu cenário artístico como um todo, e a formação social brasileira.

 

Quem vai te acompanhar no show?

BH – Sim. Me apresento acompanhada de um time de experientes músicos da terra: Iury Matias (violão e guitarra), Filipe Morais (baixo acústico) e Rogério Pitomba (bateria).

 

O que o público presente pode esperar?

BH – Uma apresentação sofisticada e intimista do repertório da dupla baiana que reúne tanto clássicos destes consagrados compositores, quanto canções menos conhecidas. Interpretadas sob nova roupagem, com harmonias próprias ao grupo.

 

Contatos para apresentação/show.

BH – brunahetzel@gmail.com/  – (84) 8878-4826/9611-5779

 

Na próxima semana, dia 26, que se apresentará é a cantora Lysia Condé, interpretando os grandes sucessos do Dorival Caymmi. Você não pode deixar de conferir! Entrada gratuita.

A obra pop de Nick Hornby

17
jul

Já ouviram falar de Nick Hornby? Dos livros? E dos filmes baseados na obra dele? Hornby é um dos principais nomes da ficção inglesa contemporânea e autor de títulos como “Um Grande Garoto”, “31 Canções”, “Slam”, entre outros textos divertidos e fáceis de digerir. Dramas que mostram a vida de maneira tragicômica, geralmente contadas em primeira pessoa e recheadas de citações à cultura pop. O grande barato dos escritos hornbynianos talvez seja o misto de ironia e delicadeza, tão comum aos britânicos.


Podem assistir sem medo aos filmes baseados nos livros, pois são igualmente divertidos. “Alta Fidelidade”, com John Cusack, trata de Rob Gordon, enciclopédia ambulante sobre cultura pop e dono de uma loja de música, especializada em discos de vinil e prestes a falir. A vida de Rob dá uma reviravolta quando ele se vê pressionado a fazer escolhas decisivas e a se tornar mais maduro. Um bom filme.
Ler os romances “Uma Longa Queda”, “Falando com o Anjo” ou “Juliet, Nua e Crua”, acompanhados de um chocolate quente, é uma delícia altamente recomendável!

 

Viva Elis e seu legado

12
jul

 

Elis Regina é considerada a maior cantora brasileira de todos os tempos. Perfeccionista como poucos, a Pimentinha, como também ficou conhecida, interpretava canções com nuances tão próprias, com garras afiadas e uma técnica impecável, capaz de imortalizar em sua voz as músicas de outros compositores. Acima de tudo cantava como uma mulher emocionada, apaixonada pela música. Sem dúvida ficaria bastante orgulhosa em assistir ao show que sua filha, Maria Rita, vem trabalhando em sua homenagem.

Através de uma vasta pesquisa de repertório, Maria Rita trabalhou minuciosamente os arranjos com sua banda, desenvolvendo roteiro, figurino, cenário, entre outros detalhes da atual turnê batizada “Redescobrir”. Um grande espetáculo com dois dos maiores legados de Elis Regina: sua música e sua filha, uma voz igualmente admirável. O show passa por Natal neste domingo, aqui pertinho do Genot, no Teatro Riachuelo.

O café e suas origens italianas

10
jul

No Dia da Pizza, o Genot entra no clima e homenageia as criações italianas voltadas para o café. O famosíssimo Espresso é o representante dessa família de invenções. Muito parecido com ele é o Ristretto, que pode ser servido em menor quantidade e é mais concentrado. Com mais mililitros e com a mesma consistência temos o Doppio. Adicionando um pouco de leite, seja quente ou frio, ou pouco de chantili, nasce o Macchiato. Por fim, o clássico Cappuccino, que é preparado com leite quente e leite espumante. Todas essas iguarias criadas em terras italianas você encontra aqui no Genot, com a opção de diversos acompanhamentos deliciosos e um ambiente confortável e aconchegante.